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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Análise da Publicidade: Maybelline


Maybelline já é uma marca conceituada no mercado de maquiagem e intitulada como a número 1 nesse setor, usando desse fato para construir seu slogan a marca cria influência e dá mais confiança entre seus consumidores e produtos. Sua estrutura em diversas propagandas segue um padrão, onde o produto tem evidência, juntamente com uma modelo nas laterais após o uso do cosmético, no um fundo um horizonte de prédios que faz referência a Nova Iorque, cidade que cedia a empresa e que encontra-se associada ao nome da marca ( Maybelline - New York ).
Nessa publicidade encontramos o Logos no conteúdo escrito da mesma:
"Nova tecnologia Super Filme
24 horas de volume colossal sem borrar
Remoção instantânea com água morna"
Além disso, abaixo do texto, uma imagem demonstra a remoção da máscara de cílios após a aplicação de água quente, mais uma vez a lógica da publicidade evidenciando o que há de real no produto e seu consumo.
O uso da imagem do rímel firma a identidade da mercadoria, uma vez que o "rímel da embalagem amarela" tornou-se comum entre as blogueiras, famosas, salões e makes especializados. Mediante isso, onde vemos uma embalagem desse formato e cor, sabemos que é o Colossal da Maybelline, fazendo a distinção desses produtos dos demais similares. O aplicador também possui destaque já que é ele que possui todo o diferencial para o alongamento dos cílios juntamente com a nova fórmula, que também tem ênfase no uso do termo "NOVO" em vários momentos.
- Nova tecnologia super filme
- Novo the Colossal
- Nova fórmula
Quanto a identificação do público, a modelo como a idealização da beleza feminina cria o pathos do anúncio. Fora isso vale destacar que os consumidores podem almejar tal beleza pela simples "facilidade" em consumir um produto tão comum no cotidiano feminino.
Investindo nas redes sociais, os ícones estão presentes e os links também, uma vez que o público alvo está constantemente ligado às atualizações e com isso a informação via essas plataformas facilitam a disseminação das ideias e principalmente da procura e das vendas.
Por fim, quem acompanha a marca sabe que está diretamente envolvida com moda, seus anúncios são vinculados a revistas como Vogue, ELLE e Glamour, revistas que são publicadas em todo mundo, além disso, patrocina programas televisivos como Esquadrão da Moda, outro programa mundialmente conhecido, assim a marca envolve seu nome ao desses meios e com isso atinge o público que possui interesse.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Análise da crítica ao filme "Frozen - Uma Aventura Congelante"

 Critica de Marcelo Forlani - www.omelete.uol.com.br/

A Crítica feita por Marcelo Forlani ao filme Frozen, começa a partir de uma sinopse do mesmo.  Como forma de evidenciar e deixar sua visão ainda mais verídica, o autor usa elementos comuns para atingir mais pessoas, como por exemplo, ao citar filmes antigos e aspectos ainda presentes nessa nova animação.
Ele vê o filme como a necessidade da criação de uma nova princesa Disney, de tal modo que renova seu mercado não só diante as telas, mas principalmente tudo aquilo que elas movimentam no mercado que estão envolvidas. Assim, mais uma vez, ele aborda um elemento presente no cotidiano das pessoas, pois ao englobar outras princesas, é possível relacionar Elsa e Anna, as protagonistas do mesmo, com o histórico das demais já conhecidas mundialmente. 


Como podemos ver nesse trecho “Desde o início desta nova aventura percebe-se os elementos clássicos de uma animação Disney” o autor julga esse produto como similar aos já produzidos, e a partir disso constrói o principal elemento argumentativo para sua crítica, ou seja, a comparação. A todo o momento que o lemos, buscamos referências aos filmes antigos, tentando de alguma forma fazer alguma relação entre os elementos presentes em Frozen e nos demais longas-metragens.


Uma analise que observa também outros aspectos como a trilha sonora, que mais uma vez, ao citar esse aspecto, confere com a comparação e a partir disso, a julga capaz de ser um forte destaque aos indicados ao Oscar, e como previsto por Marcelo, Frozen conquistou a primeira estatueta para a Disney na categoria “Melhor Animação”.
Ao citar tal premiação, ele evidencia a qualidade desse produto, uma vez que, o Oscar reúne somente os melhores e mais bem vistos não só pelo público, mas principalmente por toda crítica de cinema com potencial e influência mundial. Outra vez usando um conhecimento comum, e tornando a leitura mais acessível à aqueles que buscam uma opinião antes de assistir a obra, quando julgando como importância a qualidade do produto relacionado a sua produção, temática e outros critérios avaliados.
A crítica é totalmente positiva, embora nos parágrafos finais sejam evidenciados os pontos negativos do filme, mas também sem deixar de caracterizar aquilo que destacou-se no mesmo, conquistando o público com seus personagens e músicas. A critica deixa em aberto à opinião de seus leitores e por isso distingue de um posicionamento negativo, já que não julga a obra simplesmente pelo seu criador, vendo os dois lados quando compara-o com produções passadas “ (...) unindo o clássico ao moderno sem pesar a mão para nenhum dos dois lados.”, mas mesmo assim, não deixa de ratificar aquilo que realmente se sobressaiu nessa “Aventura Congelante”.


        Nesse vídeo, a música tema do filme, "Let it go" é cantada a partir da melodia e contexto de um outro sucesso Disney: "O Rei Leão". Comparando contextos, enredos e o próprio ritmo, como feito pelo autor, só que de uma maneira áudio-visual.


terça-feira, 13 de maio de 2014

Análise da crítica sobre o álbum audiovisual "BEYONCÉ"

         


A crítica ao álbum audiovisual e auto-entitulado "BEYONCÉ", "Em disco intimista e sem hits fáceis, Beyoncé dribla as regras do mercado musical", publicada pelo blog da Revista O Grito, tem como base central de argumentação a forma como o produto como foi lançado ao grande público, sem qualquer tipo de divulgação prévia ou aviso.
           Como ponto fundamental para a crítica, ele ressalta a diferença sonora entre os álbuns antecessores da cantora Beyoncé Knowles-Carter (4, I Am... Sasha Fierce, BDay e Dangerously In Love, respectivamente) e de outras cantoras da cultura pop internacional, de forma implícita, como Rihanna, Lady Gaga, Katy Perry, entre outras. 
          O texto aborda também a forma como o álbum foi produzido, com quatorze músicas e dezessete clipes, de forma mais intimista, pessoal, independente e feminista, características tais que a cantora tem buscado nos últimos anos, o que ocasionou o sucesso absoluto de vendas em forma digital e impulsionou a Apple, dona do serviço de conteúdo online "iTunes", a se posicionar a favor de entrega de produtos musicais sem quaisquer tipo de divulgação prévia, denominada por blogs conceituados de música, como a Billboard, de "formato Beyoncé". 
          Possui leitura de fácil compreensão do público que acompanha e que, por ventura, venha acompanhar o blog e também contrasta pontos referentes à vida pessoal da cantora com sua música, sem perder o foco no conteúdo principal da crítica, que é o audiovisual.